Internação psiquiátrica: Quando é necessária?

Internação psiquiátrica: Quando é necessária?

Os sintomas dos transtornos mentais variam muito de pessoa para pessoa. Contudo os sintomas mais comuns afetam comportamentos, sentimentos e emoções. Ainda assim, em algumas pessoas, os sintomas afetam de forma física, podendo dar dor de barriga, dor de estômago, dor de cabeça, dores nas costas e outras dores indecifráveis. Nesse artigo, você vai saber quando a internação psiquiátrica é necessária e os principais tipos de tratamento. Acompanhe a leitura. 

O que é transtorno mental?

O transtorno mental é uma disfunção no funcionamento do cérebro. Na maioria dos casos, eles acontecem devido a alterações do sistema nervoso central, que podem ser causadas ou não pelo uso abusivo de substâncias químicas. 

Com o avanço da psicanálise, hoje já foram identificados diversos tipos de transtornos mentais que são classificados em grupos. Os que surgem com mais recorrência são aqueles com relação à ansiedade, depressão, distúrbios alimentares ou de personalidade.

A Clínica Liberty atua no tratamento de transtornos mentais há 40 anos. Oferecemos internação psiquiátrica para pessoas com transtorno mental derivado do abuso do álcool e drogas.  

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Como saber quando a internação psiquiátrica é necessária?

A internação psiquiátrica é indicada para pessoas que não têm controle de suas atitudes e pensamentos.  

Os medicamentos que ajudam a tratar e a controlar distúrbios mentais precisam ter avaliação médica para constatar o benefício do uso ao paciente. Por isso, somente o médico tem autorização para mudar a dosagem ou o medicamento prescrito.

Todas as doenças mentais merecem tratamento, por isso é indispensável ao paciente atentar-se aos sintomas apresentados e procurar o médico o quanto antes para ser medicado adequadamente.

Portanto, identificar os sintomas é a melhor maneira de saber se uma pessoa precisa de internação psiquiátrica ou não.

Veja alguns exemplos práticos

Há alguns tipos de transtornos, entre os quais podemos mencionar o transtorno de ansiedade, transtorno bipolar, depressão, transtorno obsessivo compulsivo (TOC), transtorno de conduta, transtorno de personalidade, entre outros.

Por exemplo: no transtorno bipolar é possível que uma pessoa apresente estados de humor diferentes em fases de mania, hipomania e depressão.

A fase de mania ou euforia é caracterizada pelo estado de extrema excitação de humor, elevação da energia e isso não tem relação com o momento que a pessoa está passando, por exemplo, essa euforia não é o resultado da felicidade por algo de bom que tenha acontecido. Assim, sentimentos de arrogância e mania de grandeza podem ser notados.

Em geral, o paciente não consegue perceber a alteração do humor e a capacidade de avaliar seus limites fica comprometido ou inexistente. 

A hipomania é outra fase característica da bipolaridade, nesse caso, o paciente fica em período de mania leve e que de certa forma é mais segura para ele.

Normalmente, a fase da hipomania provoca um funcionamento acelerado do indivíduo. Por isso, é considerada como a fase mais produtiva dos pacientes.

A fase de depressão no transtorno bipolar é classificada em etapas que se caracterizam pela falta de vontade de fazer qualquer coisa, lentidão no pensamento, falta de prazer, alteração no sono, entre outros sintomas.

Dessa forma, há diversos tipos de transtorno mental e todos merecem ser tratados e a internação psiquiátrica é necessária para controlar, tratar e fornecer certa medida de proteção do paciente.

Como é feito a internação psiquiátrica na Clínica Liberty?

Na Clínica Liberty, é aplicado o método T.C.C de recuperação, que visa a mudança de comportamento do paciente. Sendo assim, o paciente tem todo suporte para saber lidar com situações que derivam do transtorno mental, tais como:

  • Ter uma imagem equivocada de si mesmo;
  • Afetividade ou impulsividade em excesso;
  • Relações interpessoais instáveis;
  • Evitar comportamentos ilógicos que mascaram pensamentos recorrentes;
  • Passar horas fazendo a mesma atividade para evitar pensamentos recorrentes;
  • Comportamento inflexível ou outros traços emotivos que prejudicam as relações sociais;
  • Saber como respeitar regras e limites;
  • Respeitar o direito das outras pessoas;
  • Ter controle das oscilações de humor.

Partindo desses objetivos, o tratamento é feito em três etapas. A primeira delas consiste nas avaliações necessárias para o diagnóstico correto do paciente. 

No início, são realizadas entrevistas com o paciente e seus familiares. Os próximos passos são indicados na anamnese para que o tratamento tenha o sucesso esperado. 

Essa etapa é muito importante, pois nenhum tratamento é igual ao outro e, apesar dos sintomas serem identificáveis cada pessoa é única e completamente diferente. 

Na segunda damos início a conscientização da doença, onde o tratamento passa a ser aplicado de acordo com o que foi observado na avaliação inicial. Dessa forma, o paciente é encaminhado para internação e tratamento em regime integral.

A terceira etapa é o que chamamos de manutenção. Nela, o paciente recebe a alta e é encaminhado para a clínica dia ou tratamento ambulatorial. 

Nessa etapa, é essencial a psicoterapia intensiva individual e em grupo. Assim, o indivíduo se torna mais consciente e começa a praticar mudanças positivas em seu estilo de vida, mudanças que o ajudarão a manter sua saúde. 

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Quanto tempo dura a internação psiquiátrica?

O profissional responsável faz o diagnóstico e avalia se a internação é o melhor caminho a ser adotado. Em caso afirmativo, também é realizado prognóstico, ou seja, estimado o prazo de duração do tratamento.

O paciente pode receber visitas, pois elas são essenciais no processo de melhora. Por isso, a presença de familiares e amigos funcionam como estímulo para o tratamento. 

Contudo após alta do paciente os familiares precisam tomar alguns cuidados. Por isso, é comum a clínica de recuperação orientar a família com instruções úteis para que todos saibam como agir em situações adversas e continuar o tratamento depois do período da internação psiquiátrica em clínica ambulatorial.

O tratamento continua depois da alta do paciente?

É essencial ao paciente que ele continue fazendo o acompanhamento médico após o período de internação psiquiátrica. 

Muitas pessoas começam a se sentir melhor e abandonam o tratamento de imediato. Esse é um grande erro, pois o transtorno mental e a dependência química que, com o tratamento, pode dar equilíbrio inicial a vida da pessoa, pode se descontrolar e levar a piora do quadro com recaídas e surtos.

Conheça a Clínica Liberty 

A Clínica Liberty é especializada em internações e tratamentos focados na recuperação total do paciente para sua reinserção social. Sendo assim, nossa equipe multidisciplinar é constituída por terapeutas, psiquiatras, psicólogos, clínicos e enfermeiros com vasta experiência.

Temos reconhecimento internacional com internação planejada, conduzida e realizada em etapas que respeitam a situação e evolução do paciente, até a fase de manutenção.

Nossa equipe é composta por diversos profissionais da saúde que trabalham com amor, dedicação e aplicam seus conhecimentos técnicos para salvar as vidas.

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