Drogas: o que são, quais os tipos e como tratar?

Drogas: o que são, quais os tipos e como tratar?

Quando pensamos nas definições de drogas, logo nos vem à cabeça alguns exemplos, principalmente de substâncias que são ilegais perante a legislação. Contudo, as drogas vão muito mais além do que apenas isso. 

Nesse texto, você vai conhecer exatamente o que são as drogas, os principais tipos e como o tratamento pode ser feito. Acompanhe a leitura. 

O que são drogas?

Drogas são toda e qualquer substância que causam transformações fisiológicas e/ou comportamentais. Isso acontece porque elas modificam processos bioquímicos ao serem ingeridas por nós, seres humanos. 

Logo, além das drogas lícitas e ilícitas que já conhecemos, os medicamentos também se enquadram dentro dessas substâncias. 

Por isso, existe uma ciência que estuda seu impacto na saúde e bem-estar dos seres humanos. A farmacologia procura extrair o melhor dessas substâncias para que elas possam ajudar no tratamento das mais diversas doenças. 

Assim como as drogas, as doenças também induzem modificações nos processos bioquímicos do nosso organismo. Nesse caso, dependendo de qual problema a pessoa está enfrentando, o uso de remédios pode ajudar a restabelecer o equilíbrio no corpo. 

Quais são os tipos de substâncias?

Podemos dividir os tipos de drogas em alguns grupos. Os mais conhecidos são aqueles onde a legislação nos permite consumi-las ou não.

As drogas lícitas mais conhecidas no Brasil são o cigarro e as bebidas alcoólicas, sendo que as vendas e o consumo não são permitidos para menores de 18 anos.

Já as drogas ilícitas são aquelas que possuem sua comercialização e consumo proibidos. Exemplos mais famosos são a maconha, a cocaína e o crack. 

As substâncias também podem ser divididas a partir da forma que elas atuam em nosso sistema nervoso central, ativando ou desativando alguns neurotransmissores. 

Drogas depressoras 

As drogas depressoras conseguem deixar as pessoas mais lentas, além de diminuir a capacidade motora e causar distúrbios na percepção das habilidades. 

Isso acontece porque essas substâncias diminuem a atividade cerebral, o que pode dar sono, gerar descontrole e até mesmo levar ao coma. 

Todo mundo conhece a expressão “se beber, não dirija”. O exemplo mais conhecido de drogas depressoras são as bebidas alcoólicas. Elas inibem a transmissão de sinais nervosos. Por isso, é tão perigoso dirigir bêbado.

Drogas estimulantes

Elas são o extremo oposto das substâncias depressoras. Sendo assim, aumentam a atividade cerebral, o que gera uma explosão de felicidade. 

Quando as pessoas ingerem esse tipo de substância, ficam elétricas, falantes e desinibidas. Alguns exemplos são a nicotina, cocaína, crack e anfetaminas, muito consumidas em baladas e outros locais similares.

Drogas pertubadoras

Também conhecidas como drogas alucinógenas, são todas as substâncias que atuam na parte central do sistema nervoso, provocando alucinações. O ecstasy, por exemplo, é o mais conhecido entre elas.

É importante saber que esses três tipos de substâncias não nos influenciam de forma isolada. O álcool, por exemplo, pode atuar nos organismos de diferentes jeitos, sendo uma hora depressor e em outro momento, estimulante.

Modalidades de tratamento

Após algum tempo consumindo substâncias psicoativas, o indivíduo começa a aumentar as doses, pois já ficou tolerante a ela e precisa de mais quantidade para sentir os efeitos no organismo. 

É assim que as pessoas acabam se tornando dependentes das drogas, e uma vez que elas se encaixam nessa categoria, parar de ingerir essas substâncias se torna ainda mais difícil. 

Quando um dependente químico para de consumir substâncias por determinado período, ele passa por uma crise de abstinência. São diversos sintomas físicos e psíquicos incontroláveis. Dessa forma, o controle de consumo das drogas quase impossível para essa pessoa. 

A dependência química pode acontecer devido a substâncias lícitas, ilícitas e por medicamentos. Por isso, é muito importante ir ao médico sempre que sentir qualquer sintoma e evitar ao máximo a auto medicação. 

Caso a pessoa não tome os remédios na dosagem correta, ela pode sofrer sérios efeitos colaterais, além da dependência química. É importante lembrar que os remédios podem ter diferentes impactos no organismo, podendo até mesmo serem letais nos casos de doenças pré-existentes e outros problemas de saúde.

Então, agora que você já sabe tudo sobre o que são as drogas, conheça as modalidades de tratamento para dependência química. Caso tenha alguma dúvida, deixe nos comentários. Iremos responder o mais rápido possível.

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