Clínica especializada em dependência química no Paraná

Clínica especializada em dependência química no Paraná

A internação em uma clínica especializada em dependência química é um excelente meio para tratar pacientes portadores de transtornos mentais e dependência química. 

Internar um dependente químico, portanto, é uma condição que deve ser determinada por um profissional de saúde, obedecendo à legislação. 

A Lei da Reforma Psiquiátrica, promulgada em 2001 e a nova lei 13.840 de 5 de junho de 2019, estabelecem as normas para a proteção, direitos e internação de pessoas que apresentam transtornos mentais, inclusive dependência química.

Para que o paciente portador de transtorno mental decorrente do abuso de drogas seja internado em uma clínica especializada, existem três meios:

  • Um deles é a internação voluntária, que é feita quando o próprio paciente a procura e aceita;
  • A internação involuntária, que é aplicada a pedido de terceiros, sem o consentimento do portador de transtornos mentais;
  • A internação compulsória, determinada por um juiz.

Clínica especializada é a melhor forma de tratar a dependência?

Portanto, está bem claro que qualquer internação em clínica especializada em dependência química, mesmo quando feita de forma compulsória, deverá ter um laudo médico para o justificar. 

A lei ainda determina que uma internação precisa ser autorizada por um profissional médico. No entanto, sem estabelecer regras sobre a alta das internações compulsórias.

É evidente que o tratamento em clínica para tratamento de dependência química e transtornos é uma medida excepcional, recomendada em determinadas condições.

Como, por exemplo, quando os recursos externos não atendem as necessidades do paciente. Outro caso comum é quando não há condições de garantir a segurança do paciente ou de terceiros que com ele convivem.

As diretrizes para a internação em clínica especializada em dependência química, da mesma forma que outros tipos de atendimento constam do Código de Ética Médica. O órgão regula as práticas da profissão, mesmo quando se trata de dependência química.

No entanto, o documento não tem força de lei, embora tenha amparo nos princípios éticos estabelecidos pela medicina. 

Assim, o Código de Ética Médica garante o respeito à autonomia e à liberdade de escolha dos pacientes. Também dá direito do médico estabelecer procedimentos para cada situação, com exceção de caso de risco de morte.

É uma obrigação ética do médico garantir os interesses e a integridade dos pacientes sob seus cuidados, mesmo quando internados em clínica especializada em dependência química contra a sua vontade.

Porém, um transtorno mental decorrente de dependência química é, na maior parte dos casos, considerado grave. Nesse caso, o paciente não tem capacidade de discernimento e condições mentais de tomar qualquer decisão.

Uma clínica especializada em dependência química tem condições de atender essas exigências?

O problema da dependência química em nosso país passa por outro grande problema. Em decorrência da falta de condições públicas para o atendimento correto à saúde, a maior parte das clínicas especializadas em dependência química no Brasil deixou de funcionar nos últimos anos.

Assim, o dependente de drogas ou o portador de transtorno mental, não têm condições de receber um tratamento digno por parte dos órgãos públicos de saúde.

Dessa forma, ele ou a família procuram hospitais psiquiátricos. Muitas dessas instituições não atendem pelo sistema público, principalmente por falta de verbas para essa modalidade de tratamento.

Com todos os problemas decorrentes das exigências legais e da realidade constatada no sistema público de saúde, os médicos, muitas vezes, veem-se diante da necessidade de internar um dependente em uma clínica especializada em dependência química particular, não encontrando instituições pelo SUS que possam oferecer o tratamento adequado.

O tratamento da dependência química, por si só, exige cuidados especiais dos responsáveis. Cada paciente apresenta uma determinada condição física e mental, não havendo a mínima possibilidade de aplicar uma terapia em conjunto.

Como escolher a melhor clínica especializada em dependentes químicos?

Uma boa clínica deve atender os principais requisitos descritos a seguir:

  1. Sempre que possível, a internação deve ser feita com a separação de pacientes de acordo com seu gênero. Também devem ser levados em consideração fatores como o grau de desenvolvimento físico e sua maturidade psíquica;
  2. De acordo com critérios médicos, que devem estar fundamentados conforme a situação apresentada, podem haver exceções, que também devem ser autorizadas e consideradas pelos responsáveis legais do paciente quando se tratar de internação voluntária ou involuntária, ou o Juiz quando a internação for compulsória;
  3. As exceções precisam ser consideradas atendendo o interesse do paciente e/ou de sua família, nunca podendo ser aplicadas sob o ponto de vista dos interesses da instituição de saúde. É prevalecente o interesse do paciente, atendendo os princípios de Proteção Integral, de Prioridade Absoluta e do Melhor Interesse.

Entre as clínicas especializadas em dependência química de Curitiba, a Clínica Liberty é a melhor pelo grau de comprometimento dos profissionais, além do bom nível de atendimento e eficácia dos tratamentos realizados.

Uma clínica de alto padrão com mais de 15 mil metros quadrados, equipe multidisciplinar e diversas atividades terapêuticas que contribuem para a recuperação, reinserção social de dependentes químicos, alcoólicos e portadores de transtorno mental.

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